Consumidor é aquele que paga por um bem a fim de satisfazer uma necessidade ou um desejo. Ele não tem a obrigação de se preocupar com os processos que antecedem a compra do determinado bem/produto; se a empresa que o produz tem dificuldades, ou qualquer outro problema, desde que o produto esteja ali, pronto para ser comprado e consumido.
Na semana passada, fiz a comparação dos clubes da cidade com produtos. A coluna foi bastante comentada, ouvi muitos, muitos comentários que concordavam plenamente com o texto, e normalmente, alguns que discordaram um pouco de alguns fatores. Então, neste texto de hoje eu explico melhor a comparação feita, trazendo, como complemento, outra comparação: a dos sócios (dos clubes) com os consumidores (dos produtos).
Bem, as duas críticas que mais ouvi em relação ao texto passado, foram: que eu havia deixado de lado outras coisas que o STC/CC oferece, como: a possibilidade de um sócio se tornar presidente do Clube, diferente do que acontece na AABB, onde apenas funcionários do Banco podem ocupar os cargos de maior importância da Associação. E que a AABB tem um potencial de financiamento maior que o do outro clube.
Estas duas críticas estão corretas, mas a idéia do texto passado era como se o sócio fosse um consumidor, e o que isto nos explica? Que a grande maioria dos sócios dos clubes não se associaram nestas entidades com a finalidade de participar das suas diretorias. Na sua maioria, os sócios apenas querem pagar por um serviço para usufruir do espaço e das opções de lazer, esporte e entretenimento que os clubes oferecem. E como consumidores, os sócios não procuram se informar sobre as dificuldades, os orçamentos, os gastos, enfim, sobre a administração do clube. O seu pensamento é: “porque não investem, não melhoram e não inovam?”.
Em uma conversa com alguns amigos na terça-feira, surgiu uma expressão: “usuário pagante”. E a meu ver esta expressão é a melhor para definir os sócios destes clubes, tendo seu poder de voz, mas não dando muita importância para este poder. Qual seria a percentagem de sócios que compareceriam em uma assembléia geral destes clubes?
Gostei de precisar voltar a este tema. Todos nós sabemos que existem dificuldades, “que não é fácil”, mas nesta visão que os trouxe, a do sócio “usuário pagante”, o que interessa é apenas o que ele recebe ao pagar pelo serviço, o custo/benefício, e nada mais.
Na semana passada, fiz a comparação dos clubes da cidade com produtos. A coluna foi bastante comentada, ouvi muitos, muitos comentários que concordavam plenamente com o texto, e normalmente, alguns que discordaram um pouco de alguns fatores. Então, neste texto de hoje eu explico melhor a comparação feita, trazendo, como complemento, outra comparação: a dos sócios (dos clubes) com os consumidores (dos produtos).
Bem, as duas críticas que mais ouvi em relação ao texto passado, foram: que eu havia deixado de lado outras coisas que o STC/CC oferece, como: a possibilidade de um sócio se tornar presidente do Clube, diferente do que acontece na AABB, onde apenas funcionários do Banco podem ocupar os cargos de maior importância da Associação. E que a AABB tem um potencial de financiamento maior que o do outro clube.
Estas duas críticas estão corretas, mas a idéia do texto passado era como se o sócio fosse um consumidor, e o que isto nos explica? Que a grande maioria dos sócios dos clubes não se associaram nestas entidades com a finalidade de participar das suas diretorias. Na sua maioria, os sócios apenas querem pagar por um serviço para usufruir do espaço e das opções de lazer, esporte e entretenimento que os clubes oferecem. E como consumidores, os sócios não procuram se informar sobre as dificuldades, os orçamentos, os gastos, enfim, sobre a administração do clube. O seu pensamento é: “porque não investem, não melhoram e não inovam?”.
Em uma conversa com alguns amigos na terça-feira, surgiu uma expressão: “usuário pagante”. E a meu ver esta expressão é a melhor para definir os sócios destes clubes, tendo seu poder de voz, mas não dando muita importância para este poder. Qual seria a percentagem de sócios que compareceriam em uma assembléia geral destes clubes?
Gostei de precisar voltar a este tema. Todos nós sabemos que existem dificuldades, “que não é fácil”, mas nesta visão que os trouxe, a do sócio “usuário pagante”, o que interessa é apenas o que ele recebe ao pagar pelo serviço, o custo/benefício, e nada mais.
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