Era um sábado ou um domingo à tarde, não me lembro bem a época do ano, lembro que era quente e que meus pés doíam. Estava cansado e suado, e a cada intervalo corria para o rádio para saber quanto estava o jogo de futebol que eu não podia estar assistindo. Sentava debaixo de um dos seis ventiladores do salão e ficava conversando com os amigos até o final do intervalo. Então, levantava, e seguia com o ensaio, que às vezes durava desde o início da manha até o final da tarde. Chegava em casa exausto, mas muito feliz. Havia passado mais um dia no CTG com meus amigos, dançando as nossas músicas e cultivando nossa tradição.
Para leigos, a imagem de um grupo de danças pode parecer algo como, “jovens desocupados que vão para um lugar ouvir música alta e bater os pés”, como várias vezes já fomos chamados. Para quem conhece uma Invernada Artística de um CTG - que é Centro de Tradições Gaúchas (TRADIÇÕES!) - sabe que aqueles momentos são especiais, que os jovens que estão ali procuram um lugar bom para passar seus momentos de lazer, sem se preocupar com algumas variantes que estão muito presentes na sociedade, os pais desses jovens sabem que o CTG é um lugar onde seus filhos podem freqüentar tranquilamente, estarão com pessoas de caráter que ao conviverem com os seus filhos mostrarão a eles valores bons, de respeito, de convivência, a fim não só de transformá-los em integrantes do grupo, mas sim em pessoas de bem.
Semana passada em entrevista ao Jornal Cidadão, o integrante da Invernada Artística do CTG Rincão de São Pedro, Guilherme Essi, falou sobre a importância do CTG na conquista dele de ingressar pelo PEIES na UFSM, para cursar medicina. Dizendo que o CTG era como um “refúgio”, um descanso, um lazer. Sem dúvida o Essi (como é chamado pelos colegas) deu muito orgulho ao CTG e aos integrantes dos grupos.
Eu participei por muito tempo das Invernadas do CTG Rincão de São Pedro, e me orgulhava muito ao ver senhoras e senhores, por quem tinha e tenho admiração e respeito, aplaudirem a mim e a meus colegas pela apresentação. Alguns com os olhos aguados por verem nós, seus filhos e netos, dançarem as músicas que eles também já dançaram na sua juventude, e isso nos motivava, pois um dia também nos emocionaremos ao ver nossos filhos e netos dançando e cultivando as nossas tradições. Para os que não conhecem, vou finalizar este texto com o lema do CTG Rincão de São Pedro, o qual, em minha opinião resume tudo o que falei até então: “Amadrinhado por um bom conselho, dá-se o primeiro galope no conhecimento!”.
Para leigos, a imagem de um grupo de danças pode parecer algo como, “jovens desocupados que vão para um lugar ouvir música alta e bater os pés”, como várias vezes já fomos chamados. Para quem conhece uma Invernada Artística de um CTG - que é Centro de Tradições Gaúchas (TRADIÇÕES!) - sabe que aqueles momentos são especiais, que os jovens que estão ali procuram um lugar bom para passar seus momentos de lazer, sem se preocupar com algumas variantes que estão muito presentes na sociedade, os pais desses jovens sabem que o CTG é um lugar onde seus filhos podem freqüentar tranquilamente, estarão com pessoas de caráter que ao conviverem com os seus filhos mostrarão a eles valores bons, de respeito, de convivência, a fim não só de transformá-los em integrantes do grupo, mas sim em pessoas de bem.
Semana passada em entrevista ao Jornal Cidadão, o integrante da Invernada Artística do CTG Rincão de São Pedro, Guilherme Essi, falou sobre a importância do CTG na conquista dele de ingressar pelo PEIES na UFSM, para cursar medicina. Dizendo que o CTG era como um “refúgio”, um descanso, um lazer. Sem dúvida o Essi (como é chamado pelos colegas) deu muito orgulho ao CTG e aos integrantes dos grupos.
Eu participei por muito tempo das Invernadas do CTG Rincão de São Pedro, e me orgulhava muito ao ver senhoras e senhores, por quem tinha e tenho admiração e respeito, aplaudirem a mim e a meus colegas pela apresentação. Alguns com os olhos aguados por verem nós, seus filhos e netos, dançarem as músicas que eles também já dançaram na sua juventude, e isso nos motivava, pois um dia também nos emocionaremos ao ver nossos filhos e netos dançando e cultivando as nossas tradições. Para os que não conhecem, vou finalizar este texto com o lema do CTG Rincão de São Pedro, o qual, em minha opinião resume tudo o que falei até então: “Amadrinhado por um bom conselho, dá-se o primeiro galope no conhecimento!”.
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